terça-feira, 14 de abril de 2009


RELICÁRIO


que a manhã infinda
ainda ressoa por sobre
minhas sandálias

E ainda que tardio
volto ao cais
onde vivi

Como um iniciante
que ao primeiro olhar
distribui risos e silêncios

E
ao sol que se põe
sou mais um que adormece
por entre flores e canções.

Cgurgel

8 comentários:

Anadoll disse...

sou visual tb, adorei a foto.observadora,bj

Moacy Cirne disse...

Belo poema, meu caro. Outra coisa: seus 10 MAIS estão no Balaio de hoje.

Um abraço.

rodrigo mebs disse...

senti!
belo que amanhece e falece (delicado e sem doer) por dentro e para além dos poros.
Bravo, poeta!

Tchello d'Barros disse...

CG,

que bom encontrar por aqui sua escrita que sabe ser ao mesmo tempo densa e feérica.

Abraço quÂntico!

Tchello d'Barros
Maceió/AL

SONINHA PORTO disse...

que perfeito! Delicadeza do olhar poeta!
Beijus.

Marisa Vieira disse...

Uau que bela caminhada, linda magia de ver a vida!
Parabéns!!!
Beio da Marisa

Cris de Souza disse...

tão singelo, quão belo !
- prazer em reler -

Poeta Carlos Maia disse...

Lindo Poema, Gurgel!